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Quarta-feira, sem falta lá em casa estréia no SESC

 

Quarta-feira, sem falta lá em casa estreiou na última sexta-feira, no teatro do SESC Santana.

Nesta região tão carente de equipamentos culturais o espetáculo foi sucesso de público, com ingressos esgotados na véspera da apresentação.

A peça é uma comédia que trata da amizade entre Alcina e Laura, duas amigas de longa data que se encontram semanalmente para trocar confidências. Alcina é representada por Beatriz Segall e Laura, por Nicette Bruno.

O texto enfoca a burguesia com sua moral e seus costumes revelados na irreverente interpretação das duas atrizes, que trocam confidências por quarenta anos.

Alguns fatores que não podem passar despercebidos para o sucesso da estréia é sem dúvida o forte nome das atrizes e o baixo custo da bilheteria, marca presente nos teatros do SESC.

A população está se apropriando de todos os espaços deste equipamento e também do teatro, o que é realmente interessante, pois é possível ouvir declarações de pessoas que nunca foram ao teatro, mesmo morando em São Paulo, seja pela distância ou pelo valor dos ingresssos.

Para contemplar a inauguração e a consolidação do equipamento serão apresentados no teatro no mês de novembro, a Cia de Dança Augusto Cuvillas, Gilles Jobin e o Show de Paulinho da Viola, entre outras, atraindo público de várias regiões.

Vale a pena conferir, acessando o site www.sescsp.org.br, ou pelos telefones do SESC Santana – 6971-8700.



Escrito por silvana tecolo às 12h49
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OS TRABALHOS COMPARTILHADOS
O FILE - festival internacional de linguagem eletrônica vem propondo estratégias a produtores culturais no intuito de potencializar perspectivas multiplicadoras que incrementem e desenvolvam processos vivos de heterogêneses na cultura digital. Lançou-se desta maneira uma nova proposta a que se chamou de trabalhos compartilhados. Seriam eles, que na atual conjuntura cultural poderiam desencadear procedimentos e performances inaugurais que preencheriam expectativas no que tange a criatividade coletiva,bem como nos aspectos ainda não explorados pelo panteão cultural da digitalidade,contribuindo também para a deconstrução de comportamentos “artísticos” herdados pela cultura da transcendência.
Trata-se de encontrar novas táticas de conectividade e de transformação na confecção de produções culturais que não são mais feitas pela tutela da unicidade autoral ou pelo consenso das disciplinas instituídas. Desencadeiam-se assim por um lado acontecimentos inomináveis de alteridade e por outro trabalhos multi-celulares cuja transversalidade criativa produz o cruzamento de mundos até então incompatíveis e de poéticas na qual suas existências seriam impossíveis.

Quanto ao site da 25ª. Bienal, que contou com vários trabalhos de webarte não houve uma preocupação em colocá-los a disposição do público.

Não existe um site oficial e em visita a um site similar, não é possível interagir com as obras, sendo que a única mensagem disponível é de que o site encontra-se em construção.

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por silvana tecolo às 12h48
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